
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Pendengo!!
Finalmente saiu a desapropriação da Fazendo Pendengo, que se localiza na divisa de Castilho com Nova Independência. A Fazenda que mede mais de 4 mil hectares será divida para cerca de 250 famílias, segundo o INCRA. Conforme o Jornal Agora Notícias de (05/08/2009) a Pendengo pertencia a família Serafim Rodrigues de Moraes, a mesma de Olacir de Moraes, o ex- rei da soja, e depois de várias perícias que constataram sua improdutividade, teve sua emissão de posse divulgada no dia 03/08. Mas diferente do que disseram alguns artigos de jornais, o histórico de conflitos e reivindicações de desapropriação da Fazenda Pendengo não se resume àpenas as duas últimas décadas. No livro "MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra: formação e territorialização em São Paulo" Bernardo Mançano Fernandes fala sobre o caso da Pendengo em Castilho, onde segundo o autor (1999, p.144) por volta da década de 1950 existiu uma disputa pela área entre posseiros e grileiros e que depois de vários conflitos os posseiros acabaram expulsos do local. Conforme Fernandes o nome "Pendengo" já vem da condição conflituosa que sempre houve nessa fazenda, ou seja, é uma pendenga.
De fato, quando estive escrevendo minha monografia pude confirmar essa informação com alguns moradores mais antigos de Castilho que diziam que trabalharam nessa fazenda e que havia naquele local um grande potencial agrícola, com a existência até de uma pequena vila comercial onde os produtos que os posseiros cultivavam na fazenda eram comercializados. Ônibus levavam pessoas da cidade para trabalhar e negociar na pequena vila da fazenda Pendengo.
Portanto, mais uma vez os trabalhadores sem terra conseguiram alcançar seu objetivo, as duras penas, é verdade. Com isso transforma Castilho no segundo municipio do estado em número de assentamentos. E ao contrário de muitos, devemos ver esta condição como uma possibilidade e não como um problema.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Água encanada no bairro Beira Rio!
Finalmente o bairro Beira Rio de Castilho-SP está ganhando prestação de serviço público de qualidade, pois a Prefeitura acaba de anunciar a instalação de um poço profundo. Ou seja, agora a população daquele bairo _ que não é pequena_ pode beber água encanada captada de um único poço, o que até então, era feito a partir de poços particulares, furados nas próprias residências e que tinha na água qualidade bastante suspeita, já que não era tratada e era captada de poços que provavelmente dividiam espaço com fossas. Pena que tenha levado tanto tempo para tomarem esta atitude tão simples em um município de tantas obras.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Quem não paga, não sabe quanto custa.
Da Reporter Brasil.
Numa época de discursos sobre a responsabilidade social empresarial, usineiros não apresentam publicamente justificativas concretas para a recusa em fornecer alimentação aos cortadores de cana. Com base na alegação de representantes do setor sucroalcooleiro de que o sistema para saciar a fome dos trabalhadores seria "muito caro e complexo", o item foi barrado no "Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar", lançado pelo governo federal em junho.
O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, tentou explicar o veto à proposta. "O sistema de alimentação é muito caro e tem uma logística complicadíssima", disse à Repórter Brasil. O empresário negou que a recusa seja decorrente de um possível temor dos usineiros em relação à fiscalização da Vigilância Sanitária nas frentes de trabalho nos extensos canaviais.
Já o seminário da ONG Açúcar Ético tinha o objetivo de discutir "direitos sociais, ambientais e manejo responsável no setor sucroalcooleiro". Pelo lado das empresas, uma das palestrantes era Maria Luiza Barbosa, que responde desde 2001 pela atuação da Unica nas áreas social, ambiental e de sustentabilidade. No encontro, ela afirmou não ter conhecimento a respeito de nenhum estudo ou estimativa sobre o eventual impacto econômico que poderia ser causado pela garantia de alimentação. Sem conseguir detalhar os motivos da recusa, ela limitou-se a dizer que "a intenção da Unica é de que as condições (no corte da cana) sejam melhores".
Nos bastidores, porém, os usineiros enumeram uma série de empecilhos para tentar justificar o fato de não arcarem com o custo da comida. Os empresários citam a "logística da alimentação", que envolve a distância entre as várias frentes de trabalho, o custo do transporte (dos funcionários mobilizados e da manutenção dos equipamentos), além do preço médio da marmita (em torno de R$ 5). Há empresas que optam ainda pelo fornecimento de cestas básicas no lugar das refeições. Algumas usinas também distribuem um componente à base de glicose aos trabalhadores, numa controversa tentativa de amenizar a intensa fadiga a qual estão submetidos e, é claro, garantir a sua produtividade.
Nos bastidores, porém, os usineiros enumeram uma série de empecilhos para tentar justificar o fato de não arcarem com o custo da comida. Os empresários citam a "logística da alimentação", que envolve a distância entre as várias frentes de trabalho, o custo do transporte (dos funcionários mobilizados e da manutenção dos equipamentos), além do preço médio da marmita (em torno de R$ 5). Há empresas que optam ainda pelo fornecimento de cestas básicas no lugar das refeições. Algumas usinas também distribuem um componente à base de glicose aos trabalhadores, numa controversa tentativa de amenizar a intensa fadiga a qual estão submetidos e, é claro, garantir a sua produtividade.
Alimentação.
No item referente à alimentação nas lavouras - ao todo são 18 pontos -, o "Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar" estabelece apenas duas recomendações às usinas. São elas: "fornecer gratuitamente recipiente térmico - marmita - que garanta condições de higiene e manutenção de temperatura" e "assegurar, nas frentes de trabalho, mesas e bancos para a realização de refeições". A garantia de alimentação gratuita é uma reivindicação histórica dos trabalhadores rurais.
Elio Neves, presidente da Feraesp, critica a ausência de comida aos boias-frias. "Como conceber um setor produtivo que se diz capaz de abastecer os tanques dos automóveis do mundo inteiro e não abastece os estômagos dos empregados?", questiona. Ele reforça que, para ganhar o planeta, o etanol brasileiro precisa ter responsabilidade social. "A legislação trabalhista ainda não chegou ao campo", lamenta. Existem ao todo cerca de 500 mil trabalhadores no corte de cana-de-açúcar no país.
Elio Neves, presidente da Feraesp, critica a ausência de comida aos boias-frias. "Como conceber um setor produtivo que se diz capaz de abastecer os tanques dos automóveis do mundo inteiro e não abastece os estômagos dos empregados?", questiona. Ele reforça que, para ganhar o planeta, o etanol brasileiro precisa ter responsabilidade social. "A legislação trabalhista ainda não chegou ao campo", lamenta. Existem ao todo cerca de 500 mil trabalhadores no corte de cana-de-açúcar no país.
Escravidão.
Nos últimos anos, o setor sucroalcooleiro vem despontando no ranking de libertações de trabalhadores escravizados no país. Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), 2.553 trabalhadores deixaram a condição análoga à escravidão nas lavouras de cana-de-açúcar em 2008. O índice representa 49% do total de 5.244 trabalhadores encontrados nessas condições no ano passado, acima dos 1.026 (20%) libertados na atividade pecuária. Além da escravidão contemporânea, as infrações encontradas pelos auditores do trabalho no setor sucroalcooleiro dizem respeito a problemas como a falta de instalações sanitárias adequadas e água potável, jornada excessiva, ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e outros tipos de irregularidades na gestão de saúde e segurança.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Fotos Antigas de Castilho!!
Esporte em Castilho
(na foto o tempo que existia basquete feminino em Castilho) Segundo um artigo publicado no Jornal Agora Noticias de 11/07, o esporte de Castilho-SP não conseguiu nenhuma medalha nas regionais que foram disputadas em Votuporanga-SP. O jornal destaca a derrota do time feminino de Handebol por 16 a 3 e ainda lembra que no municipio não há mais esportes como volei, atletismo e natação.
Para quem não sabe, no início dos anos de 1990 Castilho tinha em suas equipes de volei masculino e feminino grande respeito na região. As equipes eram treinadas pelo Genilsom, que segundo informações é hoje técnico da equipe sul-matogrossense de Voleibol. Na natação, Luciano foi revelação castilhense sendo chamado para treinar e representar uma equipe de natação de Presidente Prudente. Hoje a piscina que servia de treinamento em Castilho não tem mais condição de ser usada para este fim, pois o ex-prefeito a adaptou para servir apenas como local de lazer no verão, mostrando desinteresse pela prática esportiva.
A pista de atletismo então, nem se fala, já nem existe, foi destruída na reforma do estádio municipal, também na gestão, ou "jestão" da administração passada.
Enfim, basta uma breve conversa com a geração dos anos 80/90 para gente perceber como era diferente o tratamento dado ao esporte em Castilho.
Desta forma, não é de se estranhar este resultado nos jogos regionais, pois o que existe hoje em Castilho é um incentivo pífio e enganoso ao esporte. Depois não sabem porque há tantos drogados e prostituição na cidade, talvez este seja um dos motivos.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Reconheceram o equivoco das privatizações.

Matéria da revista inglesa The Economist publicada na semana passada reconhece o equívoco de um dos principais pilares do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a venda indiscriminada de empresas e bancos estatais. No texto, a publicação afirma que até há pouco tempo no Brasil, acreditava-se que um fatores prejudiciais à economia brasileira seria a influência estatal no setor financeiro. Segundo a revista, entretanto, esse controle estatal é o que dá hoje ao País uma situação favorável perante os demais países e, diante da crise mundial, confere uma "situação favorável incomum ao Brasil".A matéria se refere à manutenção da gestão estatal, por parte do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), instituições financeiras líderes de empréstimos para empresas e que FHC tentou, sem sucesso, privatizar."Outros países estão tentando descobrir como alavancar bancos e direcionar o crédito para as necessidades identificadas. Isso é algo que o Brasil faz, inclusive quando não era 'moda'. Nos bancos privados, as exigências de depósitos e garantias para financiamentos os impediram de correr os riscos financeiros que acabaram por derrubar bancos na Europa e nos Estados Unidos. Até agora, o crédito do Brasil foi 'mordiscado', mas 'triturado', destacou o texto.A matéria também sustenta que, na comparação com seu passado recente e na comparação com outros países, a economia do Brasil está em boa forma. "O FMI prevê que somente os países em desenvolvimento na Ásia, África e Oriente Médio terão melhores resultados em 2009. Em comparação com o contexto anterior, no qual o Brasil sofria uma parada cardíaca a cada estresse de outras economias, isso é impressionante", diz o texto.O texto aponta ainda que as razões para a melhoria do crescimento do País estão fortemente atreladas à melhoria do nível da dívida do setor público, que foi um ponto fraco e agora se mantém abaixo dos 40% do PIB, e a outros fatores. "Os empréstimos em moeda estrangeira foram trocados principalmente por títulos em reais. Além disso, o País acumulou US$ 200 milhões em reservas internacionais para defender o real; seu déficit em conta corrente é pequeno e, o mais importante, a crise não está aumentando a inflação. Isso permite que o Banco Central reduza a taxa básica de juros da economia, permitindo um custo mais barato para a dívida pública. É a primeira vez que o Brasil adota uma política monetária anticíclica", afirma o texto.Ao analisar a matéria, o deputado Fernando Ferro (PT-PE) afirmou que o Brasil tem fôlego para enfrentar a crise mundial por conta da resistência contra a onda de privatização que aconteceu na América Latina. "Conseguimos, no Brasil, sustentar como oposição, e com ajuda da reação da sociedade, esse processo de liquidação do patrimônio público. Agora se descobriu, no auge dacrise, que é preciso a presença do Estado e estão todos tentando estatizar bancos falidos. Ou seja, transferir recursos públicos para a iniciativa privada", afirmou.Segundo ele, a privatização de empresas de energia e de telecomunicações no governo FHC teve consequências desastrosas. "Hoje nos deparamos com as maiores tarifas de energia elétrica do mundo e temos problemas com altas tarifas da comunicação por celular. Foram justamente as duas áreas privatizadas pelo governo anterior. O governo Lula conseguiu evitar a tragédia maior que teria sido a dilapidação da estrutura pública do Brasil".
Será que algum político castilhense tem noção do que estas coisas significam?? Talvez, se tivessem não apoiariam nas eleições alguns deputados, governadores e presidentes que defenderam e defendem estas ideias neoliberais que quase ferraram o Brasil. Com a palavra os politicos de Castilho.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Estrada póóódi !!!!!

Nos últimos dias Dr. Antonio tem reclamado por demais da falta de dinheiro e do excesso de compromissos que a prefeitura tem de assumir na comunidade. Um bom exemplo disso é o caso dos assentados e acampados do municipio de Castilho que vêm reivindicando ao prefeito o cumprimento de algumas promessas entre elas o simples fornecimento de água. Mas o prefeito tem dito que muitos destes compromissos é do INCRA e não da prefeitura.
Neste ponto se econtra a grande contradição de Dr. Antonio, pois este sempre diz que sua administração é diferente da de Joni, pois prefere dar maior atenção a pessoa em si, às reivindicações do povo. Mas nas atitudes o atual prefeito tem feito o mesmo que fazia o ex onde também transferia este tipo de responsabilidade para o INCRA, dessa forma, se apegando a possiveis questões burocráticas que impedem melhoria da vida das pessoas.
O mais incrível é que o prefeito promete aquisição, junto ao governo de SP, de uma grana que gira em torno de 12 milhoes de reais para serem investido em estradas e que em sua maioria será investido na reforma da estrada que liga a cidade à Viralcool, ou seja, desta forma o prefeito prioriza o capital em detrenimento à pessoa**. Sabemos que é de grande interesse a esta empresa sucro-alcooleira que a estrada esteja uma seda para os seus caminhões, do contrário é mais dinheiro gasto em manutenção, isso até que os mesmos caminhões pesados, carregados até a tampa de cana, detonem tudo outra vez. Parece que para a Prefeitura a prioridade é o escoamento da produção de uma Usina de Alcool e a pseudo-ideologia da geração de empregos, mas que na prática mostra que tais empregos têm sido cada vez mais raros e mais duros dentro da mesma Usina. Cite-se o exemplo do corte de cana que está no fim, sendo substituído por máquinas guiadas por satélite.
Portanto, Dr. Antonio diz que cuida das pessoas só da boca pra fora, é claro que estes R$12 milhões foram conseguidos com este fim, estradas, e não dá para desviar sua finalidade. Mas será que não se pode conseguir 12 milhões para fazer um hospital, um centro esportivo, distrubuir água e investir na zona rural??? Conclui-se assim que até agora as prioridades têm sido as mesmas de sempre, ou seja, as aparências.
**fonte:http://www.castilhoonline.com.br/ler_noticia.php?noticia=314&titulo=Com apoio de Aloysio Nunes e Mauro Bragato, Castilho consegue pá-carregadeira
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Em 2008, bancos tiveram mais ajuda que pobres em 50 anos

Segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto os países pobres receberam, em meio século, cerca de US$ 2 bilhões em doações de países ricos, bancos e outras instituições financeiras ganharam, em apenas um ano, US$ 18 bilhões em ajuda pública. A ONU alertou que a crise econômica mundial piorará ainda mais a situação dos países mais pobres, agravando os problemas da fome, da desnutrição e da pobreza.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Em defesa dos Funças de SP!!
Justiça seja feita! Deputado Major Olimpio sai em defesa dos Funcionarios de SP e acaba por espinafrar Jose Serra na frente de seu secretario da Educação. Por este video entendemos um pouco o porque da precariedade da segurança e educação em Castilho-SP.
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