sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Em apoio ao projeto de Pebliscito


Em apoio a iniciativa do Forum da Cidadania de Castilho de criar um projeto de lei a ser apresentado na Camara de Vereadores do municipio e que depois de aprovado obriga o poder municipal ouvir a opinião da população antes de privatizar qualquer serviço público em Castilho.

Conclama-se a todos a apoiarem tal iniciativa.

CONTRA A NOVAS FACADAS PELAS COSTAS.


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ABAIXO-ASSINADO PARA PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULARQUE OBRIGA A REALIZAÇÃO DE PLEBISCITO PARA HAVER QUALQUER MUDANÇA NO REGIME DOS SERVIÇOS PÚBLICOS MUNICIPAIS.

Nós, abaixo-assinados, eleitores e eleitoras de Castilho / SP, reivindicamos que todo e qualquer serviço municipal, seja o de abastecimento de água, seja o de saneamento básico, seja o de coleta de lixo, seja o de merenda escolar, seja o de transporte público etc., para ser criado, extinto, reformado (em termos físicos ou humanos) ou repassado a autarquia pública ou a concessão particular, deve, por força de lei de iniciativa popular, ser antes divulgado, detalhado e, em seguida, aprovado ou negado em Plebiscito. Igualmente, enquanto manifestação da vontade do povo e mecanismo legítimo e constitucional, reivindicamos que os Plebiscitos em Castilho tenham efeito vinculante e normativo às proposituras em questão.O Plebiscito será convocado mediante decreto legislativo, por proposta de cinco por cento do eleitorado do município, conforme prevê a Constituição de 1988. É convocado com anterioridade a ato legislativo ou administrativo, cabendo ao povo, pelo voto, aprovar ou denegar o que lhe tenha sido submetido. A partir da aprovação de convocação do Plebiscito, o projeto legislativo ou medida administrativa não efetivada, cujas matérias constituam objeto da consulta popular, terá sustada sua tramitação, até que o resultado das urnas seja proclamado. O plebiscito convocado será considerado aprovado ou rejeitado por maioria simples, de acordo com o resultado homologado pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Petkovic sobre o socialismo na Ana Maria Braga.


A apresentadora global Ana Maria Braga adora o consumismo capitalista e nunca escondeu a sua rejeição às idéias de esquerda. Mas, geralmente, ela exagera nas suas paixões. No seu programa da TV Globo da semana passada, ela entrevistou o jogador sérvio Dejan Petkovic, atual campeão pelo Flamengo e craque reconhecido por todos os apreciadores do futebol. A entrevista até que ia bem, quando ela não se conteve e disparou: “Como foi nascer num país com tanta dificuldade?”.


Petkovic, que é bom de bola e de cabeça, não vacilou e marcou mais um golaço: “Quando nasci não tinha dificuldade nenhuma. Era um país maravilhoso, vivíamos um regime socialista, todo mundo bem, todos tinham salário, todos tinham emprego. Os problemas aconteceram depois dos anos 80”.
A apresentadora engoliu a seco e prosseguiu a matéria. Sua assessoria devia, ao menos, ter pesquisado as posições progressistas do jogador para evitar mais esta pisada de bola.
“Musas” direitistas do Cansei
Ana Maria Braga já se meteu em várias outras frias – tanto que o corrosivo colunista José Simão já a apelidou de “Ana Ameba Brega”. Em meados de 2007, ela foi umas das “musas” do movimento “Cansei”, organizado por ricos empresários e notórios direitistas para desgastar o governo Lula.
Ela surgiu em outdoors ao lado da malufista Hebe Camargo, da “medrosa” Regina Duarte e da “festeira” Ivete Sangalo. Apesar da participação “gratuita” destas estrelas midiáticas, a patética iniciativa não conseguiu seduzir a sociedade e sucumbiu rapidamente.




sábado, 23 de janeiro de 2010

Os EUA teriam provocado o terremoto no Haiti?


Tão rapidamente quanto os desmentidos se espalham pela imprensa internacional, deve-se levantar a pergunta:quem está se beneficiando com a catástrofe? Certamente, não os haitianos.


O portal da internet do canal de televisão venezuelano Vive anunciou no dia 18 que “a Frota [russa] do Norte vem monitorando os movimentos e as atividades navais norte-americanas no Caribe desde 2008, quando os EUA anunciaram sua intenção de restabelecer a Quarta Frota, dissolvida em 1950, ao que a Rússia respondeu um ano depois com a frota russa encabeçada pelo cruzador nuclear ‘Pedro o Grande’, começando seus primeiros exercícios na região desde o final da Guerra Fria.
“Desde o fim da década de 1970, os EUA ‘avançaram enormemente’ no estado de suas armas de terremotos e, segundo estes informes, agora emprega dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com ‘bombas de ondas de choque’”.
Ainda segundo o canal Vive, a Marinha norte-americana comparou os resultados de dois testes de suas “armas de terremotos”, na semana passada. O primeiro com um terremoto de magnitude 6,5 provocado no Pacífico, atingindo a área em torno à cidade de Eureka, na Califórnia sem causar mortes, e o sismo provocado no Caribe, que causou a morte de pelo menos 140 mil pessoas.
O relatório da Frota do Norte assinala ainda que os testes têm como objetivo preparar o uso da arma de terremotos contra o Irã, através de uma série de terremotos calculados para derrubar o atual regime.
As informações divulgadas pela imprensa internacional apontam para o uso do projeto HAARP – Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Freqüência, na sigla em inglês – como a principal ferramenta utilizada para causar os terremotos e outras mudanças climáticas, como inundações, secas e furacões.
O relatório mencionado pelo canal Vive afirma ainda que o terremoto ocorrido na província de Sichuan, na China, em maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, também foi provocado pelo uso da radiofreqüência HAARP.
De acordo com a descrição dada pela imprensa internacional, o sistema coordenaria a emissão de radiofreqüência através de um sistema de satélites que controlam as freqüências induzidas por “hipocampos” e que são capazes de produzir atividade sísmica.
A reportagem apresenta ainda que, das as condições, os terremotos produzidos em uma profundidade idêntica ao comprimento de uma falha nas placas tectônicas podem ser induzidos pela projeção de freqüências sobre a área; a configuração dos satélites permite gerar áreas de atuação das freqüências projetadas de maneira controlada em pontos determinados; há uma sucessão de terremotos supostamente induzidos e que se relacionam por uma coincidência: seu epicentro têm a mesma profundidade, como o caso do terremoto que atingiu a Venezuela em 8 de janeiro, Honduras em 11 de janeiro e o terremoto no Haiti em 12 de janeiro, todos ocorridos neste ano e a 10km de profundidade.
A Rádio Nacional da Venezuela (RNV) apresentou, por sua vez, declarações do professor e analista internacional Vladmir Acosta, que afirma que “há suspeitas preocupantes de que o terremoto está associado ao chamado projeto HAARP, um sistema que pode gerar mudanças violentas e inesperadas no clima”.

Enchente põe à tona velhas questões!



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Bastou a água da enchente do dia 8 de Janeiro baixar para que questões antigas voltassem à tona, como a criação de um código de postura. Isso devido ao fato de alguns moradores da cidade depositarem entulhos nas sarjetas, dando a entender que esta seria a causa e consequência dos alagamentos.
Depois desta forte chuva a prefeitura tratou, rápida e oportunamente de promover uma campanha de doações para os atingidos e de um arrastão de limpeza dos quintais antes que a população "jogassem" o lixo nas ruas. Uma boa atitude, mas não podemos esquecer que a mesma prefeitura precisa fazer a sua parte já que o número de garis é muito baixo e não dá conta do problema (talvez este sim, seja o grande problema, pois o entopimento de muitas das bocas de lobo se faz por terra que se acumula gradativamente).

Que a sujeira das ruas e os entulhos podem potencializar o problema dos alagamentos, todos concordam, mas dar a entender que para não termos mais casas invadidas pela enxurrada da rua depende apenas das bocas-de-lobo limpas, considera-se que isso não passa de um simplismo.

Na modesta opinião deste blog, Castilho não está preparado estruturalmente para encarar chuvas mais fortes; que tudo indica caírão com mais frequência devido as mudanças climáticas.

O escoamento das águas das chuvas da maior parte da cidade para a (Osório Junqueira e José Zar, as mais atingidas pela enchente) tende a saturar a capacidade do sistema de galerias que está presente nestas duas ruas.

Propõe-se aqui a ampliação da rede de capitação das águas Pluviais e a estatização do serviço de Caçamba, que hoje é caro para a maior parte dos castilhenses e incapaz de atender a todos. Além da contratação imediata de novos garis, com salários dignos.



quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Projeto de diagnóstico dos assentamentos de Castilho e Andradina é vetado.

Hoje recebi o seguinte e-mail abaixo dos meus amigos do MST e do Forum da Cidadania de Castilho. Lamentávelmente, por hora Castilho ficará sem um estudo mais detalhado de seus assentamentos, o que ajudaria na elaboração de projetos agrícolas para o município.


AO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA

Por meio do presente, levo à público meu veemente repúdio à reprovação pelo GERA / MDA do projeto do Diagnóstico do Rural dos municípios de Andradina e Castilho, apresentado ao CIAT / MDA de Andradina. O projeto foi pré-aprovado pelo núcleo técnico local daquela instância em outubro deste ano como prioridade para o desenvolvimento das nossas ações territoriais.

O projeto do Diagnóstico Rural de Andradina e Castilho foi desaprovado pelo GERA sem justificativa clara. Na comunicação encaminhada, assinada pela sra. Dorací Cabanilha de Souza, articuladora estadual do IICA/SDT-CIAT, consta apenas que “o projeto não era coerente com o eixo estratétigo do PTDRS de Andradina”. Não foi esclarecido em que, exatamente, na opinião do núcleo estadual, o projeto diverge do eixo estratégico de Andradina. Primeiro motivo para nosso repúdio: não contribui para a qualificação do nosso Núcleo técnico nem o municia de argumentos para justificar a referida reprovação, ou requerer – posição que ora tomamos – a revogação daquele veredicto.

Neste sentido, lembramos que, nas reuniões do núcleo do CIAT de Andradina com o núcleo estadual, durante a constituição do colegiado do território, ficou dito e estabelecido entre as partes que os projetos pré-aprovados como prioridade pelo colegiado dos territórios não seriam recusados pelas demais instâncias, porque se reconhecia que o colegiado do território, através das Plenárias ocorridas, devidamente dialogadas com as bases sociais ali representadas, era o sujeito de maior conhecimento das demandas do território. Segundo e principal motivo para nosso repúdio.

A saber. O projeto do Diagnóstico do Rural é um reflexo propositivo de uma demanda regional, principalmente quando considerado junto às políticas de territórios rurais e todas as outras ações governamentais correlacionadas, como (1) os PAA`s (Programas de aquisição de alimentos) e a lei da Merenda escolar, em nível federal; e (2) do Laticínio, proposto pela COAPAR / MST, e do Barracão do Produtor (que funcionará como uma extensão do CEAGESP de Presidente Prudente, contando com um abatedouro de frango e uma câmara-fria), em nível regional. Essas duas políticas, através de parceria entre poder público federal (INCRA de São Paulo) e municipais (prefeitura de Andradina e de Castilho), estão sendo trabalhadas com o objetivo de convergência e nivelamento das ações governamentais. Temos o Plano Territorial, acompanhado de dados importantíssimos – porém insuficientes para tornar eficientes e viáveis e, até mesmo, para guiar as ações locais em torno dos assentamentos e seu potencial de produção agropecuária.

O que fica flagrado, em resumo, é a contradição que o núcleo estadual cria com a reprovação do Diagnóstico do Rural de Andradina e Castilho. Havendo-se firmado que o colegiado do CIAT de Andradina tinha o respaldo do núcleo estadual, concedendo-lhe autonomia e estimulando-lhe a apropriação dos mecanismos de desenvolvimento sócio-econômico via MDA, desde que os trabalhos fossem realizados em observância tanto dos aspectos técnico-burocráticos quanto da efetiva participação das bases locais organizadas (neste ponto, cabe elogio à sra. Ana Cláudia, articuladora dos territórios de Andradina, que vem garantindo a diretriz da política definida pelo IICA/SDT-CIAT/MDA de forma transparente e construtiva, estimulando a inclusão dos grupos, associações, cooperativas, Câmaras e Prefeituras), como pode agora o IICA/SDT, sem explicação coerente, voltar atrás e frustrar, não apenas o planejamento do CIAT de Andradina, mas as expectativas de 18 assentamentos da Reforma Agrária, mais de 1800 famílias de pequenos produtores, nos municípios de Andradina e Castilho?

Quanto aos projetos que vêm sendo aprovados pelo Proinf, como afirmar, no limite, que são sólidos, tecnicamente falando, que eles correspondem a uma política pública séria se não possuímos a leitura do contexto e das estruturas instaladas, assentamento a assentamento, lote a lote, dos nichos de mercado, das potencialidades, dos limites, na nossa região? Ao analisar os projetos, sobretudo aqueles que voltaram para adequações no requisito de "apresentação da viabilidade econômica”, haja visto o estado atual de estudo sobre nosso território, chega-se à conclusão que, realmente, não há maneira de preenchê-los com esses dados, pois não os possuímos. Nas Plenárias do CIAT de Andradina, os projetos que são ali recusados, constata-se que lhes falta, muitas vezes, o necessário embasamento quantitativo e qualitativo, para que sejam traduzidas as demandas locais em políticas públicas.

A proposta do Diagnóstico irá preencher esta lacuna, subsidiando os nossos espaços de diálogo em torno da política territorial e, principalmente, orientando o poder público para ações que tragam resultados concretos positivos.

No âmbito da parceria que a sociedade civil vem construindo com os poderes públicos locais, trata-se de uma afronta não possuir esse respaldo do MDA, que se classifica como um boicote, uma vez que Castilho possui 14 assentamentos rurais e apenas 17 mil habitantes; e Andradina, 4 assentamentos e 50 mil habitantes. Como avaliar se Andradina seja ou não uma “área prioritária para reforma agrária”, uma “Região Reformada”, conforme a proposta de José Gomes da Silva, registrada no Estatuto da Terra de 1964, dado que Reforma Agrária é uma luta que não para quando se conquista o chão? Tanto a zona urbana quanto a zona rural da microrregião têm urgência em acessar os programas e políticas sociais, elevar os seus respectivos IDH`s, fomentar e custear a qualificação do pequeno e médio produtor rurais.

Portanto, exigimos que a autonomia do CIAT de Andradina seja resguardada. Exigimos a aprovação do Diagnóstico do Rural!

17 de dezembro de 2009

Protocolados três pedidos de CEI em Castilho-SP




Segundo a Econg, os vereadores Nelson Pereira - Nelson Cacete, Flávio José Nascimento - Flavinho e Jailton Pereira de Souza protocolaram na secretaria da Câmara nesta terça-feira, três pedidos para instalação de CEI - Comissão Especial de Inquérito - contra a Administração do prefeito dr. Antônio Carlos Ribeiro [PTB].
O objetivo é apurar denúncias envolvendo o Clube da 3ª Idade, ofícios não respondidos da Ong ECONG e manutenção de rancho à beira do rio Paraná para promoção política e pessoal do prefeito.
Segundo documento, no início do ano a primeira-dama Maria Tereza Manrique Ribeiro interferiu para que não ocorre a eleição da atual diretoria do clube e como os idosos discordaram de sua posição, passou a negar assistência ao grupo.
Como represália, ainda de acordo com os parlamentares, a mulher do prefeito retirou o fornecimento de ônibus disponibilizado pela gestão anterior, a fim de que os idosos se submetessem à política pessoal e eleitoral que pretende implantar.
Além disso, designou o ex-vereador Antônio Carlos Oliveira - o Toninho da Vila - para intermediar toda ajuda administrativa à 3ª Idade, a fim de enfraquecer e denaturar a representação própria e legítima existente'. Só depois disso restabeleceu a cessão de ônibus para viagens.
'Ainda inconformada com a resistência da grande maioria dos idosos, em não se submeter ao seu comando, o prefeito [através de sua esposa] ameaçou cortar as subvenções destinadas ao clube e ainda retirar-lhe a sede, cedida a título de comodato'.
Posteriormente, segundo os vereadores, o Executivo encaminhou à Câmara projeto de lei destinado à criação de um centro de convivência que, em tese, independe de lei, parecendo mais uma forma de intimidação e repressão à classe idosa.
Neste sentido, 'Maria Tereza e dois advogados da Prefeitura, Fauze Rajab e Jamil Fadel Kassab, se reuniram na Câmara, em setembro, e na ocasião ficou evidente o desconforto e apreensão dos idosos, ante a perda das subvenções sociais do clube e da sede'.
Nelson Cacete, Flavinho e Jailton destacaram no pedido 'que os esclarecimentos da necessidade de os idosos terem representação própria, direito às subvenções e garantia do comodato da sede foi festejada pelo associados e reprimida pelos representantes do Executivo'.
'Demonstrando autoridade, o prefeito usou recursos e bens públicos, para junto com os idosos aliados e lhes submisso, agir com repressão contra aqueles contrários à sua política de ação.
A CEI a ser votada, terá 90 dias para apurar as denúncias e checar se a Administração vem submetendo idosos a constrangimentos ou maus tratos, mediante estratégias e artifícios, para submetê-los à vontade pessoal de gestores; identificação dos autores das ações e omissões praticadas contra os idosos; e sugestões a serem adotadas. PROVAS - Como sugestão, os autores do pedido indicam a presidente do clube da 3ª Idade, dona Zuleica e dirigentes da entidade, como Valdir Camilo Azevedo e Eni Brandão, para oitivas. Uma servidora e um advogado são outros nomes a serem ouvidos pela CEI, por terem participado da reunião entre a 1ª dama, os advogados da Prefeitura e idosos na Câmara.
Também deverão ser ouvidas testemunhas presentes à festa no Rancho Mangalarga, após o encontro no legislativo em 25 de setembro passado.
Os autores querem ainda 'comprovação [mediante documentos] de toda ajuda administrativa concedida aos idosos e por fim provas dos artifícios e estratégias utilizados pela atual Administração para inibir a representação que o grupo possui, a fim de submetê-lo à política pessoal do prefeito'.
'CEI DA ECONG'
Os parlamentares desejam apurar também os motivos que levaram o prefeito a não responder os pedidos de informações e de documentos pela ECONG ? Entidade de Defesa do Meio Ambiente de Castilho e Região, sob suspeita de eventual prática de pessoalidade, com tratamento diferenciado de pedidos, privilegiando amigos e correligionários em detrimento de outros.
'CEI DO RANCHO'
Em outro requerimento reforçado pelo colega Albecyr Pedro da Silva, Nelson, Flavinho e Jailton indagam a propriedade do Rancho Mangalarga, no bairro Beira Rio, que a Prefeitura vem arcando com despesas de manutenção. Também pretendem saber se o imóvel, neste ano, foi emprestado a particulares ou empresas, seus nomes, a finalidade e período de ocupação de cada um

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ponte Ferroviária de Castilho





























Estas são fotos da Ponte Ferroviária que liga Castilho-SP a Tres Lagoas-MS, atravessando o Rio Paraná tiradas em uma saída de campo realizada no mês de Outubro de 2009 pela Econg em uma das aulas da Oficina de Meio-Ambiente ofericida por esta ong.
"A ponte ferroviária de Francisco Sá foi aberta em 1925 pela E. F. Noroeste do Brasil. Ela se situa sobre o rio Paraná, entre as estações de Junqueira, do lado paulista, e de Jupiá, em Mato Grosso do Sul. Antes de sua construção eram utilizadas balsas para se cruzar o rio naquele ponto e a estação de Jupiá ficava do lado paulista e não sul-matogorssense. A ponte passou a ser utilizada depois da privatização em 1996 pelos cargueiros da Novoeste, adquirida em 2006 pela ALL."

Considera-se que o maior valor desta obra está em sua importância histórica, já que foi construída seguindo os moldes da arquitetura inglesa, revelando a influência que o imperialismo britânico tinha (0u tem) no Brasil. Os investimentos do Estado brasileiro em ferrovias eram feitos exatamente a partir da aquisição de tecnologia inglesa, o que levou a um individamento do Brasil frente a Inglaterra.
Portanto, ao olharmos para esta obra, estamos diante de uma parte do processo histórico de evolução do capital no Brasil, estamos também admirando a coragem e bravura dos operários que se arriscaram em uma construção executada há quase cem anos atrás, onde as condições de trabalho e segurança eram muito mais duras e inseguras do que nos dias atuais.
Hoje esta ponte, que é um marco na história de Castilho e do Brasil, está quase que abandonada. Após o processo de privatização da ferrovia em questão, a empresa que conseguiu a sua concessão não tem se quer pintado a referida ponte. A ferrugem, a degradação e má aparência tem tomado conta da ponte Francisco de Sá, que poderia estar sendo utilizada não só para a passagem de trens, mas também como ponto turístico e de conservação da história.
PS: uma curiosidade contada pelos moradores mais antigos de Castilho é a de que o engenheiro responsável pela construção da Ponte Francisco de Sá teria se suicidado ao ver a obra concluída. Ele temia que a ponte não suportaria o peso dos trens, algo que até hoje se provou o contrário.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sem Tetos!!


O grupo de Sem Tetos de Castilho-SP que está acampado há mais de um ano em um terreno da prefeitura que se localiza ao lado do Anel Viario, conseguiu um firmamento de compromisso do poder público municipal.


Do Blog do FORÚM DA CIDADANIA DE CASTILHO



No prazo de noventa dias, a vencer em janeiro de 2010, as obras de infra-estrutura terão começado no antigo terreno do Asilo Betel. Em seguida, o terreno será loteado e repassado para os Sem Teto, que construirão, por conta, com a escritura na mão, as suas casas, seguindo o padrão da moradia econômica. A Prefeitura vai doar as plantas e prestar gratuitamente o serviço de acompanhamento técnico de engenharia: assim se resume o novo compromisso da Prefeitura com as 200 famílias da Associação dos Moradores Sem Teto de Castilho (AMST), firmado na última quarta-feira, dia 14 de outubro de 2009.Em Assembléia Extraordinária no próprio acampamento, com a presença de Jocelim Pinhanelly (diretor do departamento de Administração), William Ricardo Correa Calestini (Engenheiro Civil), Edimilson [Fom] Pereira (assessor de Ações Governamentais) e Irani Alves de Oliveira (Diretora de Assistência, Previdência e Habitação) – conforme requisição do Fórum da Cidadania de Castilho –, o acordo foi festejado pelos Sem Teto. Embora lhes houvessem sido prometidas 200 casas populares a custo-zero durante a campanha eleitoral, os/as acampados/as compreenderam que é melhor um passarinho na mão que dois voando. Com o loteamento minimamente urbanizado garantido pela Prefeitura, com rede de saneamento e eletricidade, guias e sarjetas, as famílias poderão, em vez de desperdiçarem dinheiro com aluguel, investir na construção da casa própria. O plano é cair para dentro o mais rápido possível e continuar fiscalizando o andamento da empreita.Segundo Luciene, presidenta da AMST, as obras já estão atrasadas. “A Prefeitura tinha dito que a infra ia começar agora em outubro e o terreno estaria pronto no final de 2009. O prazo estourou e nem o topógrafo veio. Para não ficarmos ao deus-dará, como aquelas 1.200 famílias inscritas no programa do PSDB da CDHU, decidimos renegociar com a Prefeitura. Estou muito grata que eles tenham vindo até o acampamento falar diretamente com a base. Acho que o novo acordo foi bom para ambas as partes, porque foi realista. As famílias mostraram que estão na precisão, unidas, organizadas e determinadas a conquistarem o seu objetivo, que é o direito a ter uma moradia digna; e, desta vez, a Prefeitura não prometeu o que não pode cumprir. Como as conversas só aconteciam no gabinete, quem passava por mentirosa era eu. Só faltou dizer quando a infra vai ficar pronta. Mas, claro, uma coisa de cada vez. Em janeiro, começam as obras.”O compromisso foi registrado em Ata, assinada pelos representantes da Administração e pelas famílias acampadas. Também estiveram presentes Pedro Boaventura, vice-prefeito, e os vereadores José Borges (PSC) e Nelson [Cacete] Pereira (PSL), que concordaram em levar o assunto para o Plenário da Câmara e facilitar a parte legal, incluindo o recurso orçamentário. Hoje, a Prefeitura tem em caixa R$ 350 mil reservados para os Sem Teto, enquanto a obra está estimada em perto de um milhão de reais.As famílias também esperam contar com a Câmara para que a AMST seja soberana no processo de seleção dos beneficiados. “Ninguém pode segurar o seu lote sem construir em cima”, afirmou Luciene, “mas a gente sabe que nem todo mundo tem o dinheiro para levantar uma casa da noite pro dia. É muito bom que os vereadores estejam conosco nessa hora. Temos que firmar critérios para garantir que nenhum Sem Teto perca o seu direito. Temos clareza sobre três coisas: primeiro, o lote tem de ficar invendável por dez anos; segundo, a casa não pode virar objeto de aluguel; e, terceiro, o prazo pra concluir a casa tem de ser o mais justo possível, conforme a renda das famílias. Aliás, a gente não abriu mão do custo-zero do nosso direito. Acho que as autoridades aqui presentes entenderam muito bem que a gente não quer morar numa favela. Isto seria uma desgraça para nós e para Castilho. Por isso, estamos em cima da Prefeitura e da Câmara e vamos continuar lutando. Seria ótimo se o financiamento das casas fosse pelo programa do Lula “Minha Casa, Minha Vida”, que é o mais barato atualmente. O Pedrinho [Boaventura] tem nos ajudado muito, junto com o Toninho da Ilha Solteira, que é assessor do Arlindo Chinaglia (dep. Federal / PT).”

terça-feira, 13 de outubro de 2009

População rejeita em pesquisa privatização da água, esgoto e lixo em Castilho.


Jovens do Proama-Programa Adolescente Ambiental de Castilho, estiveram nesta ultima quinta-feira visitando o comercio e residências de Castilho para desenvolver uma pesquisa na qual os moradores do município pudessem opinar sobre qual e´a opinião dos mesmos quanto a proposta de bastidores da política municipal em privatizar a água, esgoto e o lixo em Castilho.
Os jovens percorreram o centro comercial, e ruas do bairro Laranjeiras e após o retorno dos jovens foi ensinado aos mesmos os processos que envolvem a tabulação e sistematização das pesquisas auferidas pelos mesmos, e apresentando os seguintes resultados;
Entrevistadas 215 pessoas; transeuntes/ comerciantes/ clientes do comercio/domicilio/ funcionários públicos (Câmara Municipal) nas ruas Osório Junqueira/Jose Zahar/ Manoel Ribeiro/Praça da Matriz, com quatro equipes de jovens no dia 08 de outubro de 2009, com inicio as 14.30 h e termino as 16.30 h, tendo as seguintes questões e respostas já sistematizadas;
1)- Você já ouviu falar sobre a privatização da água, esgoto e do lixo em Castilho?
R. Sim 76% Não 24%
2)-Segundo informação da Consultoria contratada pela Prefeitura o água e esgoto em Castilho, esta semi-abandonado e a beira da falência. Na sua opinião qual a atitude que deve ser tomada para resolver o problema?
R. Privatizar 1%-Passar para a Sabesp 2%-Prefeitura aprender a gerencia 97%
3)-Você é contra ou a favor de repassar o sistema de água, esgoto e do lixo para uma empresa privada?
R. Favor 2% Contra96% Não sabe 2%
4)-Quem tem responsabilidade pela situação caótica em que se encontra a água, esgoto e o lixo em Castilho?
R.Prefeitura28% -Câmara Municipal 10%- Os dois poderes:Prefeitura Municipal e Câmara Municipal 61% - Não sabe 1%
Os jovens do Proama continuarão na próxima semana a pesquisa nas ruas do centro e nos domicílios dos bairros Nova Iorque, Laranjeiras e Leão I e II. Os resultados também serão apresentados ao Promotor Estadual, Dr. Nelson Roberto Bugalho que esta na Comissão de Gestão dos recursos que são provenientes de pagamento ambiental da Cesp no valor aproximado de 8 milhões de reais e cuja proposta de aplicação de parte dos mesmos no saneamento básico foi indicado pelos moradores de Castilho em audiência publica sobre água e esgoto do município no ultimo dia 29 de outubro.

sábado, 10 de outubro de 2009

Jornal do patrão!!


O Jornal Agora Noticias de Castilho ja decidiu de que lado está na greve dos Servidores Públicos de Castilho. E como era de se esperar está do lado do prefeito-patrão.
No editorial do mesmo Jornal segue a seguinte OPINIÃO.:
"Foi lamentavel a forma como os funcionários optaram pela paralisaçao para chamar a atenção da Admi.....atitudes impensadas, senao pensada propositadamente."
E segue:
"...montar barreiras fixas em portões dos setores de transporte e obras é ridículo"
O jornal ignora as tentativas de negociação do Sindicato e ainda por cima acredita que às intimidações que os funcionários estão sofrendo ( e sempre sofreram) devem ser respondidas apenas com palavras.
O jornal deve acreditar que o sindicato deveria levar flores para a primeira-dama.
O Agora Noticias deveria perguntar aos funcionarios EFETIVOS da prefeitura Se eles estaõ contentes com a atual situação salarial e de carreira dos mesmos.
Não é questão de desreipeitar o direito dos que não querem aderir à greve e sim garantir para a maioria insatisfeita que a greve se concretize.

Mobilização já é uma vitória


Pela primeira vez na história do municipio de Castilho os Servidores Públicos Municipais organizam uma paralisação para reivindicar melhorias na categoria. Isto nos mostra o nível de conscientização alcançado pelos trabalhadores efetivos da prefeitura que não aceitam mais os desmandos dos politicos que estão no poder.

Baixos salários, perseguições, não pagamento das horas-extras, favorecimento descarado nas contratações de cargos comissionados com exagerados salários e grande número dos mesmos; são só algumas das denúncias que o Sindicato dos Servidores têm feito à comunidade.

Tanto a população local quanto os funcionarios efetivos da prefeitura não aceitam mais a politica de anos e anos em que os prefeitos buscam apoio político no sacrificio do cofre da prefeitura.

A greve é o resultado de todo um processo de anos de falta de respeito para com os servidores que vêem seus salários serem sacrificados para bancar os rendimentos dos cargos de comissão. Alguns dos cargos de comissão em Castilho chegam a ter um rendimento de até 4 mil reais, enquanto o funcionário de referência 1 ganha por volta de 500 reais.

O fato do prefeito atual ter cortado as horas extras e atrasado o pagamento dos salários foi o estopim de uma situação que já estava insuportável há anos.

O Sindicato deve ir até as últimas consequências na busca de suas reivindicações.